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Papo de Responsa

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Cheguei em São Paulo há três anos, vinda de uma cidade minúscula em Minas Gerais. Não demorei a entender por que as pessoas andavam tão rápido. Aqui, a pressa tem uma calçada estreita. A rua é quase sempre território do carro, não do corpo.
Mas bastou ver a avenida Paulista em um domingo para descobrir outra São Paulo. Gente dançando forró, crianças fascinadas com um mágico, gente de todo tipo junto, sem pressa. Por algumas horas, a cidade parecia lembrar que pertence às pessoas.
Nos últimos meses, três professores (Alexandre Abdal, LetÃcia Sabino e Victor Callil), 13 colegas do curso de administração pública da FGV (Fundação Getulio Vargas) e eu trabalhamos para entender como essa experiência poderia deixar de ser exceção.
Em parceria com o Instituto Caminhabili

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