Guerra impacta preço do petróleo, insumos e alimentos, diz Lula

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(Reuters) – O presidente Luiz Inácio da Silva manifestou nesta segunda-feira (9) sua preocupação com o impacto da guerra no Oriente Médio no preço do petróleo e nas cadeias de energia, insumos e alimentos.
Segundo o presidente, o conflito, iniciado com ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, ‘representa uma grave ameaça à paz e à segurança internacional, com impactos humanitários e econômicos’.
‘O diálogo e a diplomacia constituem o único caminho viável para construção de uma solução duradoura’, defendeu, durante declaração à imprensa junto com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa.
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Lula e Ramaphosa condenam guerra no Oriente Médio
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa (Congresso Nacional Africano, centro-esquerda), trataram nesta 2ª feira (9.mar.2026), no Palácio do Planalto, da escalada da guerra no Oriente Médio. Os 2 líderes condenam o conflito e defendem solução diplomática.
Lula disse que o conflito “representa uma grave ameaça à paz e à segurança internacional, com impacto humanitário e econômico de ampla força”. Declarou que a guerra produz “efeitos deletérios sobre as cadeias de energia, insumos e alimentos” e que são “os mais vulneráveis, sobretudo mulheres e crianças, que sofrem o impacto
Lula diz que país precisa preparar sua defesa para evitar invasão
Em encontro no Planalto com Ramaphosa, presidente diz que países do Sul Global não precisam comprar dos “senhores das armas”; 2 acordos comerciais foram assinados
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu nesta 2ª feira (9.mar.2026), no Palácio do Planalto, que Brasil e África do Sul desenvolvam capacidade própria de defesa. “Nós pensamos em defesa como dissuasão. Se a gente não preparar essa questão, alguém invade a gente”, disse Lula durante encontro com o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.
“Não precisamos comprar dos senhores das armas. Nós podemos produzir”, afirmou. Lula defendeu que os dois países juntem seu potencial industrial. “Vamos juntar nosso potencial e ver o que a gente pode construir”, decla
Fontes
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