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Suposta ligação entre PCC e Hezbollah é um dos argumentos dos EUA para classificar organização como terrorista

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A suposta ligação do PCC com o grupo libanês Hezbollah é uma das alegações do Departamento de Guerra dos Estados Unidos para classificar a facção paulista, ao lado do Comando Vermelho (CV), como organização terrorista.
O principal defensor dessa tese é Joseph Humire, atual Subsecretário Adjunto de Defesa para o Hemisfério Ocidental. Em 20 de março de 2018, ainda no primeiro governo Trump, ele ele foi ouvido no Congresso americano e apontou o PCC como uma das organização criminosas da América Latina com “ligações comprovadas” com o grupo libanês. As outras são Los Zetas, no México, e La Oficina de Envigado, na Colômbia.
Humire citou a Tríplice Fronteira do Brasil, Argentina e o Paraguai como “um centro histórico de convergência entre crime e terrorismo na América do Sul”. Ele relatou que 11

O governo brasileiro tenta frear a discussão em curso nos Estados Unidos para classificar as facções Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, pelo menos, até a conversa presencial entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, em Washington.
Segundo fontes da diplomacia, o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, pediu por telefone ao secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, que não encaminhe ao Parlamento dos EUA a decisão de classificar PCC e CV como grupos terroristas.
A solicitação foi feita porque, se Rubio fizer isso, o Congresso norte-americano tem um prazo de sete dias para fazer a análise (entenda mais abaixo).
O chanceler pediu que Rubio aguarde o encontro entre Lula e Trump, já que o governo brasile

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