Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos avaliam entrar na guerra contra o Irã

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Os maiores vizinhos árabes do Irã no Golfo estão considerando se juntar à guerra dos EUA e de Israel contra Teerã — e podem ser empurrados nessa direção caso o Irã ataque sua infraestrutura crítica, segundo várias pessoas com conhecimento da situação.
As potências mais influentes do Golfo, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos (EAU), em particular, estão perdendo a paciência com os ataques iranianos que já atingiram portos, instalações de energia e aeroportos, disseram essas pessoas, que pediram anonimato para falar livremente. Ainda assim, afirmam que esses países só entrariam na guerra se Teerã cumprir a ameaça de atacar infraestrutura vital de energia e água do Golfo — uma linha vermelha alta, segundo elas.
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SÃO PAULO, 24 Mar (Reuters) – O Ibovespa titubeava nesta terça-feira, após fortes ganhos na véspera, em meio a um ambiente ainda volátil envolvendo o conflito no Oriente Médio, com novos ataques do Irã contra Israel e o petróleo Brent novamente acima de US$100.
Por volta de 11h25, o Ibovespa (IBOV), referência do mercado acionário brasileiro, subia 0,07%, a 182.061,08 pontos, encontrando apoio em Petrobras para se distanciar das mínimas vistas mais cedo, quando perdeu o patamar dos 180 mil pontos. O volume financeiro somava R$5,55 bilhões.
O Ibovespa disparou mais de 3% na segunda-feira, encostando em 183 mil pontos no melhor momento do dia, após o presidente dos EUA, Donald Trump, suspender ataques à infraestrutura energética iraniana e citar conversas “produtivas” com o Irã.
Fontes
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