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PSD pede eleições diretas para governo do RJ; Cavaliere diz que Paes seria candidato

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Partido do ex-prefeito Eduardo Paes, pré-candidato ao governo do Rio, o PSD enviou um ofício ao governador Ricardo Couto, que acumula o cargo com a função de presidente do Tribunal de Justiça, no qual pede que ele consulte o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) antes de convocar eleição indireta para o Palácio Guanabara. Na visão da sigla, a renúncia de Cláudio Castro (PL) na véspera do julgamento que o cassou configura tentativa de “fraude”.
A explicação técnica para o argumento do PSD reside no fato de que, no caso de Castro ter sido cassado de fato — enquanto ainda estava na cadeira —, o modelo de eleição a ser convocado seria a direta, com sufrágio universal. Com a renúncia prévia, passa-se a prever votação indireta, a ser realizada apenas entre deputados da Assembleia Legisla

A PGR (Procuradoria-Geral da República) se posicionou nesta quarta-feira (25) contra as regras estabelecidas por liminar do ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), para a realização de eleições indiretas para o cargo de governador do Rio de Janeiro.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu as regras que tinham sido aprovadas na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) que previam o prazo de desincompatibilização de um dia após a dupla vacância dos cargos de governador e vice, e a realização do pleito com voto aberto entre os deputados esatduais.
As duas regras estavam previstas na lei estadual, mas foram revogadas em liminar por Fux, na semana passada, a pedido do PSD, sigla do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD), pré-candidato

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