O italiano que fala a língua da periferia do Brasil; Ancelotti até 2030

Carlo Ancelotti transformou Vini Jr. em melhor do mundo. Fez Militão e Rodrygo brilharem no maior clube do mundo.
Casemiro ganhou Champions com ele e foi seu líder no Real Madrid.
Agora, na seleção brasileira, faz Raphinha brilhar ainda mais e torna Estêvão, um garoto de 18 anos, forte candidato a ser titular na Copa de 2026.
O italiano Ancelotti só tinha pisado no Brasil uma única vez antes de assumir a seleção. E duvido que tinha qualquer informação sobre as periferias do país e como seus jovens vivem.
Mas Ancelotti consegue conversar com jogadores brasileiros que nasceram e cresceram na periferia como nenhum treinador brasileiro consegue.
Com ele, Vini Jr. brilha, mas joga para o time primeiro. Militão ganha confiança. Casemiro é líder como nunca. Estêvão parece um veterano.
Sigo achand
Uma das questões em relação à seleção brasileira, evidente desde a expedição malsucedida à última edição da Copa América, é o comportamento do meio de campo. Talvez a palavra apropriada seja perfil, porque o tema central está mais associado a características de jogadores do que às funções que desempenham. Nas quatro partidas disputadas nos Estados Unidos, a comissão técnica liderada por Dorival Júnior tentou estabelecer um funcionamento em que Lucas Paquetá operava à frente de Bruno Guimarães e João Gomes, num setor dominado por meio-campistas que trabalham na Premier League inglesa. Não deu certo.
No empate em 1 x 1 com a Colômbia, por exemplo, o Brasil perdeu o embate no centro do campo para Jhon Arias, James Rodríguez e Richard Rios, três jogadores que, à época, atuavam no futebol brasi
Se todos os jogos da seleção brasileira fossem contra Coreia e Chile, que sonho seria. Tem problemas? Chama o freguês! A Coreia apanhou do Brasil pela oitava vez em nove jogos, são várias goleadas e, nesta sexta, veio mais uma: 5 a 0 em Seúl. Só que hoje em dia, neste século, podemos dizer, nem mesmo enfrentar as babas tem sido garantia de vitória. O futebol brasileiro não é o mesmo, as razões são muitas e não vêm ao caso agora, então é preciso comemorar um bom amistoso.
Carlo Ancelotti conseguiu dar um passo adiante em sua terceira reunião com a seleção brasileira – serão apenas cinco dobradinhas antes da Copa do Mundo. É uma corrida contra o tempo, então o jogo contra a Coreia é um daqueles avanços bem importantes. E o que deu tão certo? Basicamente, duas coisas precisam ser ressaltas: R
O Brasil de Ancelotti é simples, moderno e letal!
Coreia do Sul 0 x 5 Brasil
O Brasil enfiou 5 a 0 na Coreia do Sul em Seul e, mais do que o placar elástico, mostrou um time leve, organizado e mortal.
Gols de Estêvão (2), Rodrygo (2) e Vini Jr. numa manhã em que tudo funcionou.
E hoje, a verdade é que o time da CBF é Estêvão e mais 10!
O menino que tem arrebentado no Chelsea joga sem peso, ataca espaço, finaliza com frieza e já entende os momentos do jogo como gente grande.
Dois gols, presença o tempo todo e a sensação de que temos um ponta que decide.
No meio, Bruno Guimarães jogou uma barbaridade.
Dominou o ritmo, achou passes por dentro, acelerou quando precisou e foi o “relógio” do time.
Com ele bem, Casemiro fica mais protegido e o trio da frente recebe bola limpa para machucar.
Rodry
Fontes
- https://www.espn.com.br/futebol/selecao-brasileira/artigo/_/id/15795445/opiniao-italiano-fala-lingua-periferia-brasil-ancelotti-2030
- https://www.espn.com.br/futebol/selecao-brasileira/artigo/_/id/15795540/opiniao-vitoria-brasil-seul-anima-pelo-trabalho-meio-campo
- https://www.uol.com.br/esporte/colunas/julio-gomes/2025/10/10/rodrygo-e-pressao-funcionam-e-plano-de-ancelotti-anda-para-o-lugar-certo.htm
- https://www.uol.com.br/esporte/colunas/milton-neves/2025/10/10/o-brasil-de-ancelotti-e-simples-moderno-e-letal.htm
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