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Stuhlberger: Seja Lula ou Flávio, novo presidente fará pouco para cortar o déficit

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) consolidaram-se como favoritos à eleição presidencial de 2026, com mais de 40% das intenções de voto nas pesquisas eleitorais. Apesar de faltarem alguns meses para o primeiro turno, em 4 de outubro, investidores discutem como a vitória de um ou do outro pré-candidato poderá trazer melhorias estruturais para o Brasil, em aspectos como a redução do déficit fiscal.
Luis Stuhlberger, gestor do Fundo Verde e CIO e CEO na Asset Management, diz que não está otimista com o Brasil do próximo governo – sem importar se, em janeiro de 2027, a faixa presidencial ficará com o candidato do PL ou do PT.
“Caso o Flávio ganhe, o mercado vai ter uma euforia, e depois vai ver que as coisas são mais difíceis de arrumar do

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Quando um banco, uma companhia aérea ou um e-commerce envia um SMS ou uma mensagem no WhatsApp avisando que a compra foi aprovada ou que um pedido está pronto para retirada, há grandes chances de essa comunicação ter passado pela infraestrutura da Sinch.
Fundada em 2008, em Estocolmo, a empresa sueca se especializou em conectar marcas a consumidores por meio de mensagens e canais digitais — e hoje processa quase um trilhão de transações por ano.
Para essa empresa global, o mercado brasileiro é essencial. “O Brasil é uma prioridade por dois motivos: 1) é um mercado grande, dinâmico e avançado; e 2) funciona como um laboratório do futuro. [Em termos de mensageria e comunicação] O que acontece aqui, hoje, tende a acontecer na Europa e nos Estados Unidos em alguns anos”, diz Robert

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A compra por pânico voltou ao Japão. À medida que o conflito entre EUA, Israel e Irã abala os mercados de petróleo, consumidores japoneses estão estocando papel higiênico — um produto sem qualquer relação com as interrupções, mas que já causou problemas suficientes para o país a ponto de o governo japonês pedir que a população pare de comprar antecipadamente. Ainda assim, publicações nas redes sociais mostrando prateleiras vazias de papel higiênico se multiplicam.
Mas por que as pessoas comprariam por pânico produtos não relacionados ou não afetados pelo conflito? A compra por pânico se comporta muito como uma corrida bancária. Ninguém sabe exatamente onde ela começa — algum dado isolado e alarmante que sugere que uma loja vai ficar sem papel higiênico ou que um banco vai ficar

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ALAMEDA, Califórnia — Os frequentadores que tomavam um chope ao ar livre no último fim de semana, enquanto uma onda de calor pairava sobre Alameda, na Califórnia, talvez não estivessem pensando em mudanças climáticas. Mas quem produziu as IPAs e as lagers certamente estava.
Isso porque as bolhas vieram de dióxido de carbono capturado no estacionamento da cervejaria.
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“Estamos literalmente retirando carbono do ambiente”, disse Damian Fagan, diretor da Almanac Beer Co. “É algo bem surreal e incrível.”
A tecnologia que tornou possível essa carbonatação do ar para a cerveja — uma máquina que lembra uma unidade de ar-condicionado industrial com uma chaminé no topo — e

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