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Barato e mortal: Shahed-136, o drone iraniano que vem revolucionado a guerra

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Poucas horas após os primeiros mísseis americanos e israelenses atingirem Teerã, em 28 de fevereiro, a Guarda Revolucionária do Irã lançou suas primeiras baterias retaliatórias, empregando um dispositivo desenvolvido há anos pelo país e que, em poucos dias, conseguiu penetrar sistemas de defesa aérea de Israel e de estados do Golfo.
Baratos e de fácil produção, os drones iranianos Shahed‑136 se consolidaram como um dos principais trunfos do país no conflito, atingindo rapidamente alvos como data centers, infraestrutura energética, aeroportos e até bases navais.
Em duas semanas de trocas de ataques, mais de mil aeronaves desse tipo já haviam sido lançadas pelo Irã. A estratégia aposta no volume, não na precisão: grandes enxames são disparados simultaneamente para saturar as defesas aéreas.

Os Estados Unidos usaram bombardeiros B-52 para sobrevoar o espaço aéreo do Irã pela primeira vez desde o início da guerra. A informação foi confirmada pelo Departamento de Guerra nesta terça-feira (31). A aeronave é considerada uma das armas mais “mortais” das forças americanas.
▶️ Contexto: Segundo o jornal The New York Times, o uso desse tipo de aeronave demonstra o enfraquecimento das defesas aéreas do Irã.
– Apesar da potência, o B-52 não é tão ágil quanto caças e fica mais vulnerável a sistemas antiaéreos.
– De acordo com o Pentágono, os bombardeiros serão usados para atacar cadeias de suprimentos que abastecem instalações de construção de mísseis, drones e navios do Irã.
– O objetivo dos EUA é impedir a reposição de munições usadas na guerra.
– Apesar da capacidade nuclear, não há c

Donald Trump — Foto: REUTERS/Elizabeth Frantz
A Suprema Corte dos Estados Unidos volta a analisar nesta quarta-feira (1º) um tema central da Constituição americana: o direito à cidadania para quem nasce no país.
Os juízes vão ouvir argumentos sobre a legalidade de uma ordem executiva do presidente Donald Trump que tenta acabar com a cidadania automática para filhos de imigrantes sem status legal permanente.
O caso ficou conhecido como “Trump versus Barbara”. Ele teve início quando uma imigrante hondurenha chamada Barbara, moradora do estado de New Hampshire, processou o governo Trump por considerar inconstitucional uma medida que restringe a cidadania americana.
A medida foi assinada em janeiro de 2025, no primeiro dia do novo mandato de Trump, como parte de um pacote mais amplo de combate

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