Pam Bondi, demitida por Trump, teve mandato marcado por cobranças de documentos do escândalo Epstein

Procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, depõe em audiência do Comitê Judiciário da Câmara dos Deputados em 11 de fevereiro de 2026. — Foto: REUTERS/Kent Nishimura
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou Pam Bondi do cargo de procuradora-geral dos EUA, nesta quinta-feira (2).
A decisão foi comunicada à Bondi em meio a crescente frustração de Trump com desempenho da procuradora, incluindo a condução dela dos processos investigativos relacionados a Jeffrey Epstein e a lentidão em processar críticos e adversários que ele queria que respondessem criminalmente.
Logo que assumiu, Pam Bondi afirmou ter “a lista” de Jeffrey Epstein em sua mesa. Ela prometeu uma divulgação rápida e completa, o que criou expectativa na base aliada de Trump e na opinião pública.
No entanto, ela recuou pou
O presidente Donald Trump decidiu demitir a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi. Informação foi divulgada pela imprensa norte-americana.
O que aconteceu
Trump anunciou saída do cargo na Truth Social, com elogios a ela. “Pam Bondi é uma Grande Patriota Americana e uma amiga leal, que cuidadosamente serviu como meu Procurador-Geral no ano passado”, iniciou o texto.
Pam Bondi, 60, ficou 14 meses no cargo. Ela não havia comentado a saída do cargo até a última atualziação deste texto.
Vice-procurador-geral, Todd Blanche, ficará no cargo de forma interina.
Presidente estava frustrado com a liderança dela à frente do Departamento de Justiça. Segundo o jornal The New York Times, Trump não gostou da forma como lidou com os arquivos do caso Jeffrey Epstein. Bondi enfrenta acusações de que o Departa
Fontes
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