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Erika Hilton na Comissão da Mulher expõe racha na esquerda sobre pauta trans

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A reação à direita não surpreendeu ninguém quando a deputada Erika Hilton (PSOL-SP) foi eleita por pares, com 11 votos a favor e dez em branco, para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Houve grita generalizada sustentando que Hilton, primeira deputada federal trans junto com Duda Salabert (PDT), não é mulher coisa nenhuma. Até aà esperado, dada a aversão à transgeneridade no grupo.
Mas o desconforto não ficou restrito a esse cercadinho ideológico. Em setores da esquerda, sua eleição também criou rachas. São dissidentes que se dizem alinhadas a pautas progressistas sem deixar de questionar se uma mulher trans deveria liderar o colegiado. A posição majoritária no campo é a de reconhecer mulher trans como mulher.
Um termômetro: comentários num post do mi

A equipe médica de Jair Bolsonaro (PL), cujos relatórios têm sido usados pela defesa para pedir sua prisão domiciliar, é formada por um antipetista e um primo do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), que já prometeu anistiar o ex-presidente.
Outro primo do governador, psicólogo, é citado na lista de profissionais que foram recentemente à Papudinha atender o ex-presidente.
Nas redes sociais, Claudio Birolini, o cirurgião-geral da equipe médica que assina os boletins, repostou publicação de tom crÃtico ao presidente Lula (PT) e ao STF (Supremo Tribunal Federal). Ele também republicou crÃticas ao ator Wagner Moura, alvo da direita durante a corrida pelo Oscar com o filme “O Agente Secreto”, que não levou nenhuma estatueta na premiação.
“URGENTE: Wagner Moura é internado

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, atualmente presidida pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), priorizou a aprovação de projetos de lei sobre violência contra a mulher em 2025. O colegiado analisou e chancelou, por exemplo, o projeto que determina que agressores deverão ser monitorados por meio de tornozeleiras eletrônicas, aprovado pela Câmara na última semana.
Também foram aprovados projetos sobre saúde da mulher, maternidade e primeira infância, além de propostas que buscam promover autonomia econômica. Ao todo, durante a última gestão, presidida pela deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG), a comissão aprovou 121 projetos de lei e fez 102 reuniões e eventos.
O colegiado da Câmara dos Deputados tem como atribuições discutir e propor legislações voltadas à prom

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