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“Perdi R$ 80 mil e quase desisti”: o prejuízo que mudou a trajetória de Léo Hoffmann

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O trader Léo Hoffmann relembra um erro marcante que virou ponto de inflexão na sua carreira. A partir dessa perda, ele mudou completamente a forma como lida com o mercado, com o risco e com as próprias emoções. Mais do que um ‘loss’, foi um divisor de águas no processo de amadurecimento. “Foi o evento mais importante da minha vida como trader”, afirma.
Convidado do episódio 242 do GainCast, Hoffmann abriu detalhes sobre os altos e os baixos da sua trajetória no mercado, incluindo um episódio decisivo: uma perda expressiva em uma operação de Bitcoin que quase o fez desistir do trading.
O erro que redefiniu a sua trajetória
“Foi em 2018, né, quando eu estava fazendo ainda essa migração das criptos pra bolsa. E foi um loss pesado no Bitcoin. Eu estava operando alavancado, em corre

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A trajetória de Bruno Serra no mercado financeiro teve início em 2002, quando ingressou na área de gestão de recursos do Bank Boston. Com a aquisição da operação pelo Itaú (ITUB4), em 2006, ele passou a integrar a tesouraria do banco — um dos centros mais dinâmicos do mercado à época. “Naquele momento, estar na tesouraria era o centro da ação. Era onde tudo acontecia”, recorda.
Após quase duas décadas de experiência no setor financeiro, Serra foi convidado por Roberto Campos Neto e Paulo Guedes para integrar a diretoria do Banco Central, onde permaneceu até o fim de 2018.
“Foi uma experiência incrível. Aprendi muito convivendo em Brasília e com o pessoal do Ministério da Fazenda. Foi um período que me marcou profundamente”, afirmou em entrevista a Lucas Collazo, no programa Sto

Barcos perfilados na Lagoa Rodrigo de Freitas, famoso palco do remo no país. O tiro de largada, porém, vai representar uma página ainda inédita: pela primeira vez no Campeonato Brasileiro uma embarcação formada apenas por atletas paralímpicos vai estar na raia contra atletas convencionais.
A disputa vai acontecer na prova de Oito Com Timoneiro — que possui oito atletas com um remo cada — uma das mais tradicionais da modalidade.
“Eu gostaria que o público tivesse essa visão de disputa, e não uma visão capacitista. Quero que todos olhem e falem: ‘Eles conseguem fazer assim com todo mundo’. Essa é a minha ideia. Quando a pessoa está inserida, consegue fazer junto com a galera que é do convencional. Isso é sensacional. Vai ser muito bom esse passo, até para mostrarmos para a sociedade que somo

Em meio a uma massiva campanha de investimento no esporte para remodelar sua imagem global, a Arábia Saudita gerou uma consequência positiva e, de certa forma, não intencional: o crescimento acelerado do futebol feminino.
Enquanto o debate sobre sportswashing continua nos círculos políticos, para as mulheres em campo a realidade é de um campeonato em franca ascensão. Elas podem ter sido atraídas pelo marketing, mas encontraram na Arábia Saudita um propósito que vai além do esporte.
Propósito além de campo
A brasileira Letícia Nunes e a anglo-nigeriana Ashleigh Plumptre, ambas do Al-Ittihad, encontraram uma oportunidade única na carreira graças à estratégia geopolítica: a chance de construir legado.
A desconfiança inicial, no entanto, era palpável. Com uma carreira consolidada na Superliga

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