Notícia

Ouro fecha em queda com cautela antes de negociações entre EUA e Irã

Por Publicado Atualizado

Publicidade
O ouro fechou a sessão desta sexta-feira (10) em queda leve, com o mercado dividindo atenção entre os desdobramentos do conflito entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã e os dados sobre a inflação americana.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para junho encerrou em queda de 0,64%, a US$ 4.787,4 por onça-troy, mas registrou uma alta semanal de cerca de 2,67%. A prata para maio ficou próximo a estabilidade, com alta de 0,05%, a US$ 76,480 por onça-troy, registrando alta de cerca de 4,88% na semana.
Dólar hoje acelera queda e se aproxima dos R$ 5 seguindo exterior
Dólar fechou ontem no menor valor em quase dois anos
Petróleo caminha para maior perda semanal em 10 meses após cessar-fogo
Ambos os contratos perderam cerca de 12% esta semana depois

Publicidade
O Bitcoin (BTC) acumula queda de 42% desde outubro e o índice de medo do mercado está no menor nível em anos. Mas as maiores baleias do mercado estão comprando.
A criptomoeda opera nesta sexta-feira próximo a US$ 73 mil, com alta tímida no dia, longe dos US$ 126 mil atingidos em outubro de 2025. No mesmo período, o índice do Medo & Ganância do Bitcoin, que mede o sentimento do mercado em uma escala de 0 a 100, ficou abaixo de 20 por cerca de 60 dias seguidos, território de pânico.
Mas os dados contam uma história diferente da que o sentimento sugere. Os ETFs de Bitcoin à vista registraram entrada líquida de US$ 358 milhões só na quinta-feira (9), liderados pelo IBIT da BlackRock, com US$ 269 milhões. Março foi o primeiro mês positivo de fluxos após quatro consecutivos de saídas

Os EUA atingiram seus objetivos na guerra com o Irã?
– Author, Tom Bateman
– Role, Correspondente do Departamento de Estado dos EUA
– Tempo de leitura: 8 min
Nas semanas que se seguiram desde que os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã, a batalha pela narrativa sobre o andamento da guerra tem se desenrolado no centro do poder militar americano.
Desde a primeira semana (a guerra começou em 28/2), acompanho as coletivas de imprensa no Pentágono conduzidas pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, ex-oficial da Guarda Nacional do Exército americano e ex-comentarista da emissora americana Fox News.
Da primeira atualização aos jornalistas, quando apresentou os objetivos de guerra dos EUA, até a mais recente, que se seguiu ao anúncio de uma trégua de duas semanas, o respo

Da ameaça apocalÃptica de um crime contra a humanidade (“uma civilização inteira morrerá esta noite”) até a trégua humilhante transcorreram dez horas. Suzanne Maloney, da Brookings Institution, sugeriu que os EUA experimentam o seu “momento Suez”. à a mais precisa avaliação sobre as consequências geopolÃticas da guerra deflagrada por Trump e Netanyahu no Oriente Médio.
Há 70 anos, em 1956, como reação à nacionalização do Canal de Suez pelo Egito, Reino Unido e França ocuparam a faixa do canal, enquanto forças de Israel avançavam pela penÃnsula do Sinai. O triunfo militar logo converteu-se em derrota polÃtica: condenada pelos EUA, a operação terminou com uma retirada desonrosa, após ameaças de intervenção da URSS. Naquele momento, apagou-se o brilho do Reino Unido, q

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.