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Consórcio não é dívida: os erros que mais levam à malha fina no Imposto de Renda

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A cena se repete todo ano: o contribuinte abre a declaração, começa a preencher, e as dúvidas aparecem quando chega na parte de declarar consórcio no Imposto de Renda.
Parece dívida, mas não é, e qualquer detalhe fora do lugar pode virar um problema que, muitas vezes, só aparece na malha fina. Segundo Thiago Savian, sócio-diretor da Unifisa, o cuidado precisa ser ainda maior no Imposto de Renda 2026.
“A combinação de novas regras e o cruzamento de dados cada vez mais refinado pela Receita Federal torna o preenchimento um ponto crítico”, diz o gestor.
Na prática, o erro mais comum começa já na forma de enxergar o consórcio: muita gente o trata como dívida desde o início, mas não é assim que a Receita considera a modalidade. A partir daí, pequenos deslizes (como informar o valor

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