Sérgio Rodrigues

A escolha da Palavra do Ano, instituição midiática anglófona que já teve sua graça, tem virado farinha no moinho das redes sociais.
A instituição nunca foi exatamente séria, sempre se equilibrou entre o cientÃfico e o popularesco. Mas já destacou palavras que iluminavam a realidade âpegada de carbono, selfie, xenofobia, emergência climática, pós-verdade.
Nos últimos anos, a velocidade do mundo digital tem excedido a das palavras. Estas vão de arrasto, ineptas para a crÃtica, a cenoura virtual sempre lá na frente.
O dicionário Oxford escolheu em 2022 e 2023, respectivamente, “goblin mode” (“modo duende”, algo como “com o foda-se ligado”) e “rizz” (gÃria para carisma).
Os dicionários até têm lutado para transcender o plano dos modismos digitais, mas não é fácil. Onde m
Fontes
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