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Milly Lacombe

Por Publicado Atualizado

Lá vem o Laion. O Fortaleza passou pelo Corinthians dentro de um Castelão em transe e agora depende dele mesmo para não cair. Se vencer o Botafogo no Nilton Santos na última rodada, escapa da degola, do fantasma que o perseguiu durante o campeonato inteiro.
A chegada de Martin Palermo mudou o ambiente de forma definitiva. Não é que o time esteja jogando o fino, muito pelo contrário. O Fortaleza de Palermo se arrisca, não marca forte, deixa jogar. E prefere atuar nos grandes espaços que o contra-ataque oferece – como nos melhores tempos de Vojvoda.
O que aconteceu com Palermo foi a comunhão com a torcida, esse encontro sempre tão potente e cheio de beleza. E a entrega em campo. Contra o Corinthians, o Fortaleza foi pior durante boa parte do jogo, mas soube evitar levar um gol e, quando pôde

Fortaleza aproveita falhas do Timão e ensaia fuga milagrosa da degola
Fortaleza 2 x 1 Corinthians
Seria precipitado afirmar que o Corinthians merecia vencer o Fortaleza no Castelão.
No futebol, o que vale é bola na rede.
E, neste ponto, o Leão do Pici foi muito mais eficiente.
Ainda assim, convém reconhecer: mesmo com um time alternativo e sem grande apetite pela partida, a equipe de Dorival Júnior apresentou bons momentos na capital cearense.
Os números mostram isso com clareza:
Posse de bola: Fortaleza 30% x 70% Corinthians
Grandes chances: 2 x 3 para o Corinthians
Finalizações totais: 10 x 20 para o Corinthians
Chutes no alvo: 3 x 7 para o Corinthians
Ou seja, no setor ofensivo, o improviso de Dorival funcionou.
O problema esteve atrás: a defesa remendada entregou dois gols evitáveis.
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