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Domiciliar de Bolsonaro deve ampliar influência de Michelle na campanha de Flávio, avaliam aliados

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Membros do PL e integrantes da pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmam que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) vai influenciar ainda mais as decisões polÃticas de Jair Bolsonaro (PL) após ele ser transferido para a prisão domiciliar. Ao mesmo tempo, dizem que a medida tende a intensificar a participação do pai nas articulações do filho.
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de conceder prisão domiciliar temporária de 90 dias diz que apenas Michelle e médicos do ex-presidente terão acesso irrestrito ao ex-presidente.
Mesmo os advogados de Bolsonaro, que podem visitá-lo todos os dias da semana, precisam de agendamento prévio e têm horário limitado das 8h20 à s 18h, com permanência máxima de 30 minutos. à nessa condiÃ

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), expediu nesta terça-feira o alvará de soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro para que passe a cumprir pena em prisão domiciliar por 90 dias para a recuperação de uma broncopneumonia.
O ex-presidente só vai ser transferido após alta da internação. Segundo o boletim médico divulgado nesta terça, ainda nao há previsão de alta.
A Polícia Militar do Distrito Federal ficará responsável pela transferência e pela vigilância de Bolsonaro durante a prisão domiciliar.
Após o período de 90 dias, os requisitos para que Bolsonaro permaneça ou não em prisão domiciliar humanitária serão reanalisados. Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Até ser internado, cumpriu 119 dias de prisão,

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