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Eduardo Bolsonaro diz que Moraes bloqueou contas dele e da mulher e cita perseguição

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou nesta terça-feira, 24, que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de suas contas bancárias e das contas de sua mulher, Heloísa Bolsonaro.
Em publicação nas redes sociais, disse que a intenção do ministro é “asfixiar financeiramente” sua família e que a medida compromete o sustento de seus filhos, “de apenas 5 e 2 anos”.
A publicação aconteceu um dia depois de Moraes ter autorizado a Polícia Federal a utilizar provas do inquérito criminal contra Eduardo em um processo administrativo disciplinar (PAD) que pode resultar em sua demissão do cargo de escrivão da corporação.
Na decisão, proferida na segunda-feira, 23, o ministro afirmou que o compartilhamento é “razoável, adequado

Com a palavra o prÃncipe de Salinas, aristocrata siciliano, personagem de “O Leopardo”, genial romance de Giuseppe Tomasi di Lampedusa: “Tudo isso não deveria poder durar; mas vai durar, sempre; o sempre humano, é claro, um século, dois séculos…; e depois será diferente, porém pior”.
Em 2026 sabe-se que 6 dos 10 ministros do Supremo Tribunal Federal receberam da Viúva valores superiores ao teto (o salário deles, R$ 46.366,19). São os conhecidos penduricalhos, todos legais.
O ministro Flávio Dino, que pretende limitar essas prebendas, em dezembro de 2024, quando já estava no STF, recebeu cerca de R$ 30 mil lÃquidos. Era produto de um penduricalho de verbas retroativas referentes a direitos não usufruÃdos enquanto ainda era juiz federal, como férias e folgas âalém do salário

O entorno do presidente Lula (PT) tem minimizado a desistência do governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), de se candidatar ao Planalto. Os aliados do petista já esperavam o movimento, e mantêm a avaliação de que a disputa poderá ser encerrada no primeiro turno.
Petistas já apostavam em uma desistência de Ratinho Junior porque avaliavam que, entrando em uma disputa pela Presidência da República, ele colocaria em risco o capital polÃtico de seu grupo no Paraná. Os movimentos do senador Sergio Moro para disputar o governo paranaense pelo PL influÃram na decisão.
Secretários próximos a Ratinho e dois aliados afirmaram à Folha que o fato principal para a desistência foi a resistência de familiares do governador, contrários à exposição que ocorreria em uma disputa naciona

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