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Senadores articulam reação ao STF após CPI barrar relatório que implicava ministros

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Senadores tentam avançar nos próximos dias com medidas para conter o Supremo Tribunal Federal (STF). A articulação ocorre logo depois de a CPI do Crime Organizado derrotar o relatório do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que pedia o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, do Supremo, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet.
As articulações são encabeçadas principalmente por senadores da oposição, que apoiaram o relatório de Vieira. A ideia é reforçar, com mudanças legislativas, os instrumentos da CPI e mudar regras que retirem a influência do Supremo nas comissões parlamentares de inquérito.
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Até o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), compareceu ao enterro do cabo Fernando Flávio Flores, 38, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, assassinado a tiros em 4 de maio de 2019, quando saía de casa no Jardim Satélite, zona sul paulistana, para o trabalho.
O militar, lotado na Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar), foi atingido por dezenas de disparos efetuados por dois ocupantes de um Hyundai prata, modelo I-30. Um dos atiradores portava fuzil. A ação foi registrada por câmeras de segurança da região.
O crime brutal gerou comoção e teve repercussão internacional. Além do ministro Moraes, o enterro do militar reuniu políticos, como o senador Major Olímpio, falecido em 18 de ma

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