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Reabertura de Ormuz e petróleo podem remodelar opções do Fed para cortes de juros

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WASHINGTON, 17 Abr (Reuters) – A reabertura dos transportes marítimos no Oriente Médio e a queda dos preços do petróleo nesta sexta-feira aumentaram as apostas de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) poderá começar a cortar as taxas de juros já em dezembro, mas as autoridades ainda enfrentam uma perspectiva confusa antes da reunião de política monetária de 28 e 29 de abril.
A reabertura do Estreito de Ormuz anunciada pelo Irã empurrou o petróleo para menos de US$90 por barril pela primeira vez em mais de cinco semanas, mas as autoridades do Fed ainda precisarão avaliar os danos que o conflito de sete semanas causou às tendências subjacentes dos preços, se as hostilidades terminaram definitivamente e se agora estão confiantes de que a inflação cairá para sua meta

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A disparada do petróleo ao longo do período em que o Estreito de Ormuz esteve bloqueado garantiu a petroleiras US$ 23 bilhões de lucros adicionais apenas no primeiro mês de conflito no Oriente Médio. A informação, levantada pela organização Global Witness para o jornal The Guardian, com base em dados da consultoria Rystad Energy, leva em conta os resultados das 100 maiores empresas de petróleo e gás do mundo.
O Irã anunciou a reabertura do Estreito de Ormuz para o tráfego comercial nesta sexta-feira (17), quase dois meses após o início da guerra. A passagem marítima, responsável por cerca de um quinto do fluxo mundial de petróleo e gás, havia sido parcialmente bloqueada, pressionando os preços da energia. Como o estudo considera apenas os 30 dias iniciais, portanto, os ganhos d

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