
A expressão “anorexia emocional” circula há anos em grupos de mútua ajuda ligados a amor, sexo e relacionamentos. Não aparece nos manuais oficiais de psiquiatria, mas descreve um padrão reconhecido por terapeutas: pessoas que reagem ao afeto como quem reage a um alimento que enjoa.
Nesse contexto, “anorexia” funciona como metáfora. Assim como alguém com anorexia nervosa rejeita o alimento que nutriria o corpo, o “anoréxico emocional” rejeita o afeto que nutriria a psique. Dar ou receber carinho, aceitação, intimidade e até toque físico pode despertar sensações de incômodo, repulsa ou medo — não por falta de desejo, mas por uma defesa interna criada ao longo da vida.
Essa defesa costuma surgir depois de dores afetivas significativas. Para algumas pessoas, relacionar-se se torna sinônimo de
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