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Quem é Iván Mordisco, criminoso mais procurado da Colômbia, apontado como sucessor de Escobar, que está por trás de ataques no país

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Líder guerrilheiro colombiano Iván Mordisco discursa em evento em 16 de abril de 2023, em San Vicente del Caguán, Colômbia — Foto: JOAQUIN SARMIENTO / AFP
Iván Mordisco, o guerrilheiro mais procurado da Colômbia, está desafiando as eleições presidenciais com o pior ataque contra civis em décadas no país.
O presidente Gustavo Petro o compara a Pablo Escobar desde que Mordisco abandonou as negociações de paz com seu governo, em 2024. (Leia mais abaixo)
Pelo menos 31 ataques de sua guerrilha foram registrados no sudoeste da Colômbia durante o fim de semana, entre eles a detonação de uma bomba em uma rodovia que deixou 21 mortos e 56 feridos.
Drones explosivos e carros-bomba tornaram-se a marca registrada do comandante do maior grupo dissidente das Farc, que realizou demonstrações de força às

— Foto: MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
O Ministério do Trabalhou estima que 4,56 milhões de trabalhadores deixarão de receber o abono salarial em cinco anos, entre 2026 e 2030, por conta da mudança nas regras para a concessão do benefício.
O número de trabalhadores que perderá o benefício sobe ano a ano, progressivamente.
A informação consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), enviado ao Congresso Nacional neste mês pela equipe econômica.
Pelas regras que vigoraram até 2025, o abono foi pago anualmente, no valor de até um salário mínimo, a trabalhadores que:
– receberam até dois salários mínimos no ano-base do abono;
– trabalharam com carteira assinada por ao menos 30 dias no ano-base.
▶️Com as mudanças propostas pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no fim

Uma colisão entre dois trens perto de Jacarta, na Indonésia, matou 14 pessoas e deixou dezenas de feridos.
O que aconteceu
Autoridades da Indonésia abriram uma investigação após um trem de longa distância bater em um trem de subúrbio que estava parado na estação Bekasi Timur, a cerca de 25 km da capital. A companhia ferroviária estatal KAI informou em comunicado: “Segundo os últimos dados, foram confirmadas as mortes de 14 pessoas”.
Equipes de resgate trabalharam por cerca de 12 horas e precisaram forçar a abertura de vagões destruídos para retirar vítimas e feridos. Mohamad Syafii, chefe da agência de resgate do país, afirmou em entrevista: “Tenho certeza de que não há mais vítimas a serem encontradas”.
Operadoras e autoridades relataram que dezenas de pessoas precisaram de atendimento e

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