Microsoft afirma que Copilot é para ‘diversão’ e não para decisões importantes

Microsoft afirma que Copilot é para ‘diversão’ e não para decisões importantes
Por Marcelo Fischer Salvatico |
Os “Termos de Uso” do Copilot classificam o assistente de inteligência artificial (IA) da Microsoft como uma ferramenta voltada exclusivamente para fins de entretenimento.
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O documento, atualizado em outubro de 2025 mas que veio à tona na última semana, instrui os usuários a não confiarem no Copilot para decisões importantes e deixa claro que qualquer uso é feito por conta e risco do próprio usuário.
As afirmações, publicadas no site oficial da Microsoft, contrastam com o posicionamento comercial da empresa.
O Copilot está integrado ao Windo
A Microsoft iniciou 2026 enfrentando ventos contrários no mercado financeiro. Considerada a “lanterna” entre as sete gigantes de tecnologia (as chamadas Mag 7), a empresa registrou no primeiro trimestre seu pior desempenho trimestral desde 2008, com uma queda de 23%. No entanto, para o Goldman Sachs, o pessimismo do mercado pode estar com os dias contados.
O banco de investimento reiterou sua recomendação de compra para as ações da Microsoft, estabelecendo um preço-alvo de US$ 600. O valor representa uma valorização potencial de quase 61% em relação ao fechamento da última quinta-feira (02).
O fator Copilot e a virada de chave
O principal motor para essa recuperação projetada é a inteligência artificial generativa. Embora investidores temam que ferramentas concorrentes, como o Claude Cowor
Fontes
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