Artemis 2 lida com o risco invisível de erupções solares

A missão Artemis 2, da NASA, marca o retorno de astronautas ao espaço profundo após mais de 50 anos. Durante cerca de dez dias, quatro tripulantes viajam ao redor da Lua, cruzando uma região além do campo magnético da Terra — uma barreira natural que normalmente protege o planeta contra radiação espacial.
Ao deixar essa proteção, a tripulação entra em um ambiente onde erupções solares podem liberar quantidades extremas de energia. Para reduzir riscos, a NASA e a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) mantêm vigilância contínua do Sol, com monitoramento ativo 24 horas por dia.
Monitoramento constante do Sol
A estratégia de segurança envolve uma rede de satélites distribuídos pelo sistema solar, que acompanham em tempo real eventos de meteorologia espacial. O foco est
A Nasa enfrentou falhas técnicas durante a transmissão do lançamento da missão Artemis 2 na semana passada, o que provocou comparações com a qualidade dos vídeos da SpaceX.
O que aconteceu
A transmissão ao vivo apresentou problemas como cortes de imagem para animações, tela verde e perda de comunicação. O público notou os erros, e um usuário no fórum Reddit ironizou a agência espacial: “foguete de US$ 4 bilhões, e câmeras de US$ 4”.
O chefe da Nasa, Jared Isaacman, reconheceu as falhas logo após o lançamento em 1º de abril. Ele afirmou que “a comunicação com a tripulação foi restaurada” e que a agência estava trabalhando “ativamente nos erros”, sem detalhar as causas.
Falta de prática e complexidade da missão explicam erros
A ausência de lançamentos tripulados recentes da Nasa justifica as
Fontes
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