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MP diz que cão Orelha não foi morto por adolescentes, mas por condição grave preexistente

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MP diz que cão Orelha não foi morto por adolescentes, mas por condição grave preexistente
A perícia científica descartou qualquer sinal de trauma físico no corpo do animal comunitário que comoveu o país
O mistério em torno da trágica morte do cão Orelha já tinha um desfecho médico desenhado meses antes de o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pedir o arquivamento oficial do inquérito. Muito antes da decisão judicial por falta de provas contra os adolescentes acusados, um laudo de exumação divulgado em março chocou e trouxe novas dúvidas.
A princípio, o documento aponta que o animal comunitário da Praia Brava não foi vítima de espancamento, mas sim de uma condição crônica e grave de saúde. A perícia científica foi a grande peça-chave para desmontar a narrativa de crueldade que causo

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