Senador Alessandro Vieira recomenda intervenção federal no Rio de Janeiro

Senador Alessandro Vieira recomenda intervenção federal no Rio de Janeiro
O relatório final da CPI do Crime Organizado, divulgado nesta terça-feira (14.abr.2026), propõe a recriação do Ministério da Segurança Pública e a decretação de uma intervenção federal no estado do Rio de Janeiro para combater a crise de segurança pública que atinge o estado há anos.
Contexto
O relator do documento, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), argumenta que as condições únicas do Rio de Janeiro, envolvendo facções criminosas e milícias armadas, criam um cenário complexo e difícil de ser gerenciado pela administração estadual.
De acordo com o relatório, iniciativas anteriores como UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e programas como a Cidade Integrada falharam por falta de continuidade e fragilidade institucional diante da infiltração do crime organizado.
Repercussão
A recomendação de intervenção federal gerou intensa reação tanto entre os governantes quanto na população carioca. O governador Cláudio Castro (PDT) criticou o relatório, argumentando que as UPPs têm dado resultados positivos.
“O Rio está em pleno desenvolvimento de uma política de segurança pública eficaz. As ações de combate à violência e ao crime organizado estão avançando no estado”, afirmou o governador, em comunicado.
O que vem agora
Ao apresentar seu relatório, Alessandro Vieira pediu ao presidente Jair Bolsonaro (PL) para analisar a proposta e decidir sobre a decretação de intervenção federal no Rio de Janeiro. O relator argumenta que o cenário atual justifica essa medida excepcional.
“O Estado do Rio enfrenta um desafio estrutural de segurança pública, caracterizado pela atuação simultânea de facções criminosas e milícias armadas, o que compromete a capacidade do Estado de exercer soberania sobre partes do território e conduzir políticas públicas de forma autônoma”, destaca o documento.
Fontes
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
