CPI do Crime Organizado tem troca de integrantes antes da votação de relatório

A composição da CPI do Crime Organizado, no Senado Federal, teve sua composição alterada horas antes da votação do relatório que pede o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) por crime de responsabilidade.
Saíram dois senadores que potencialmente votariam a favor da aprovação do relatório apresentado por Alessandro Vieira (MDB-SE) e entraram dois novos membros da base do governo.
Conforme os registros do Senado, saíram do colegiado os senadores Sergio Moro (União-PR) e Marcos do Val (Avante-ES), e entraram Beto Faro (PT-PA) e Teresa Leitão (PT-PE).
As alterações foram no bloco de partidos formado por MDB, PSDB, Podemos e União Brasil. A CPI tem 11 membros titulares. A sessão para a votação do relatório final começou às 14h20.
“O que me deixa indignado é que, a partir d
CPI não tem “base legal” para pedir indiciamentos, diz Gilmar
Ministro do STF critica iniciativa da comissão e aponta risco de extrapolação de competências
O ministro Gilmar Mendes afirmou que uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) não tem “base legal” para pedir o indiciamento de autoridades, ao comentar o relatório da chamada CPI do Crime Organizado. Em publicação na rede social X, nesta 3ª feira (14.abr.2026), o magistrado criticou a iniciativa do relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que sugeriu o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal.
Segundo Gilmar, o pedido “flerta com arbitrariedades” ao tentar criminalizar decisões judiciais, como a concessão de habeas corpus em casos de abuso de poder. Ele afirmou que o indiciamento é um ato exclusivo de delegado de po
Fontes
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