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A fila do INSS assombra o Planalto

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Atropelado por pesquisas amargas, o governo demitiu o presidente do INSS e atribuiu a iniciativa à lentidão do instituto para reduzir o tamanho da fila de segurados que esperam pelo atendimento de seus pleitos.
Contem outra, doutores. Em 2023, quando Lula chegou ao Planalto, a fila era de 1,2 milhão de pessoas e o presidente chamou-a de “vergonhosa”. Em março passado, ela tinha 2,8 milhões de vÃtimas.
As pesquisas estão amargas porque o governo não tem uma marca e, para piorar, é ruim de gestão. No caso da fila do INSS, esse defeito da máquina atinge sobretudo o andar de baixo. Estimando-se que cada segurado irradie seu descontentamento para outras três pessoas, a inépcia atingiu mais de oito milhões de pessoas. Durante todo o Lula 3.0 não houve um só dia em que ficou abaixo

O relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que propôs o indiciamento de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), respondeu a crÃticas dos integrantes da corte e disse que as manifestações representam ameaças e tentativas de constrangimento.
“As pessoas que estão sentadas na Suprema Corte não são donas do paÃs. […] Eu não me curvo à ameaça. Não me curvava cidadão, não me curvava delegado, não vou me curvar como senador da República”, disse nesta terça-feira (14).
Vieira pediu, no relatório final da CPI, o indiciamento dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes por envolvimento no caso do Banco Master e por terem blindado investigações contra seus pares.
O texto acabou rejeitado

Eu estava focada nos treinos para correr a meia maratona de Buenos Aires, que aconteceria em agosto de 2025. Todos os dias de manhã, antes de ir para o escritório, eu corria pelo menos 6 km no Parque Ibirapuera, em São Paulo.
Um dia, acordei mais cedo e consegui correr 12 km. Estava exausta e atrasada para o trabalho. Ao sair do parque, atravessando na faixa de pedestres, só me lembro do barulho e da dor. Um motorista atravessou o sinal verde e me atropelou.
Ele era médico, tinha cerca de 40 anos, estava saindo de um plantão de mais de 24 horas e distraiu-se ao volante. Ele prestou toda a assistência a mim naquele momento, me examinou superficialmente, trocamos telefones e eu fui para o hospital fazer exames.
Fiquei emocionalmente destruída ao saber que teria que engessar o pé e fazer fisi

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