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Powell, Haddad, balanços em Wall Street, serviços no Brasil e mais destaques desta 3ª

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A sessão desta terça-feira (14) promete ser movimentada no campo da política monetária. Às 9h45, Michelle Bowman, integrante do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), fará um discurso. Em seguida, às 13h20, será a vez do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, comentar as perspectivas para a economia americana. Ainda estão previstos pronunciamentos de Christopher Waller, às 16h25, e Susan Collins, às 16h30, ambos membros do Fed.
Os investidores também devem acompanhar nesta semana as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington. O FMI divulgará na terça-feira a nova edição do relatório Perspectivas Econômicas Mundiais, com projeções atualizadas para o crescimento global.
Entre os balanços corporativos, o destaque do dia

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O ouro atingiu na segunda-feira (13) novo recorde histórico, superando a marca de US$ 4.100 por onça, impulsionado pelo aumento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China e pelas expectativas de cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve. O metal precioso, tradicional ativo de proteção em períodos de incerteza, reflete a busca global por segurança diante de um cenário econômico mais frágil e de políticas monetárias potencialmente mais brandas.
O movimento é sustentado por fatores como incertezas geopolíticas, forte demanda de bancos centrais e fluxos crescentes em ETFs globais, que vêm reforçando a tendência de valorização.
No campo político, a reabertura das disputas comerciais entre EUA e China — após o presidente norte-americano Donald Trump encerrar a trégua en

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O Ibovespa encerrou a última sessão (13/10) em campo positivo, em um movimento de alívio técnico após as quedas recentes. O índice avançou 0,78%, aos 141.783 pontos, após oscilar entre a mínima de 140.681 pontos e a máxima de 142.302 pontos. Mesmo com a recuperação, o cenário técnico ainda inspira cautela: após renovar sua máxima histórica nos 147.578 pontos, o índice vem corrigindo e perdendo regiões importantes de suporte. Agora, depois de três semanas consecutivas de baixa, o movimento comprador tenta retomar fôlego.
No gráfico diário, o Ibovespa encerrou a sessão em alta, mas segue abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que mantém a tendência de curto prazo ainda pressionada. Para sinalizar uma reversão mais consistente, será necessário romper as resistências em 142.300/14

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Os contratos de mini-índice (WINV25), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (13/10) em alta de 0,91%, aos 141.615 pontos, acompanhando o alívio global após Donald Trump adotar tom mais brando sobre a China. A recuperação foi sustentada por Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e pelos grandes bancos, enquanto o dólar recuou 0,75%, a R$ 5,46, em dia de ajuste técnico.
– Leia mais: Minidólar (WDOX25) hoje: trégua EUA-China e alívio fiscal dão fôlego ao mercado
– E também: Ouro rompe recorde e supera US$ 4.100 com tensão EUA-China e aposta em juros menores
Lá fora, o discurso conciliador de Trump e as falas do secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, sobre retomada no diálogo com Pequim melhoraram o humor dos mercados. Ainda assim, os traders do mini-índice (WINV25)

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Os contratos de minidólar (WDOX25), com vencimento em novembro, encerraram a última sessão (13/10) em baixa de 1,36%, cotados a 5.484 pontos, acompanhando o tom mais ameno de Donald Trump sobre a China, após dias de tensão comercial.
– Leia mais: Day Trade hoje (14/10): Confira os pontos técnicos do Ibovespa e dos minicontratos
– E também: Mini-índice (WINV25) hoje: Powell e cenário fiscal dos EUA guiam traders
No Brasil, a expectativa pela votação da LDO e a queda nas projeções de inflação do Boletim Focus trouxeram algum alívio, embora o risco fiscal siga no radar. Com o feriado nos EUA limitando a liquidez, o Banco Central realizou leilões de linha e swap cambial para conter a volatilidade após a disparada da última sessão.
Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamen

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