Caso Henry Borel: PGR defende que soltura de Monique Medeiros foi indevida; STF analisa o caso

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu que a soltura de Monique Medeiros — ré no processo que apura a morte de seu filho, Henry Borel — foi indevida e violou decisões anteriores do Supremo Tribunal Federal (STF).
A Justiça do Rio de Janeiro remarcou para maio o julgamento do caso Henry Borel, o menino de 4 anos morto com sinais de espancamento, cinco anos atrás. Os acusados são o padrasto Jairo Souza Santos e a mãe da criança, Monique Medeiros.
Os advogados do ex-vereador Jairo abandonaram o plenário alegando que não tiveram acesso a todas as provas. Sem defesa de um dos réus, o júri não pôde continuar.
Durante o processo, Monique teve a prisão revogada duas vezes, mas voltou para a cadeia.
Em 23 de março, a Justiça decidiu soltá-la novamente por entender que ela não foi responsá
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