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PMI: Atividade da zona do euro contrai no ritmo mais rápido em mais de dois anos

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LONDRES, 21 Mai (Reuters) – A atividade econômica da zona do euro encolheu pela taxa mais acentuada em mais de dois anos e meio em maio, uma vez que um aumento nos custos de vida impulsionado pela guerra prejudicou a demanda por serviços e levou a inflação geral de preços de insumos ao seu ponto mais alto em três anos e meio, mostrou uma pesquisa na quinta-feira.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto preliminar da zona do euro, do S&P Global, caiu de 48,8 em abril para 47,5 em maio – leitura mais baixa desde outubro de 2023 – e abaixo da projeção em uma pesquisa da Reuters, que não previa nenhuma mudança em relação a abril. A leitura marcou o segundo mês consecutivo de contração no setor privado do bloco.
Um PMI abaixo de 50,0 indica retração da atividade.
‘Os dados do

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O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto do Reino Unido caiu de 52,6 em abril para 48,5 em maio, atingindo o menor nível em 13 meses, segundo dados preliminares publicados nesta quinta-feira (21) pela S&P Global.
A leitura abaixo de 50 indica contração da atividade econômica britânica. O resultado ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam queda a 51,2 neste mês.
No segmento de serviços, o PMI britânico recuou de 52,7 para 47,9 no mesmo período, tocando o menor patamar em 64 meses. O consenso da FactSet era de declínio para 51,5.
Já no setor industrial, o PMI do Reino Unido ficou inalterado em maio ante abril, em 53,7. Neste caso, a projeção era de recuo para 53,4.

A pressão por mais imposto sobre importados deixou de ser uma pauta restrita às montadoras. Depois da ofensiva da Anfavea para acelerar a recomposição da tarifa sobre veículos eletrificados, a indústria nacional de pneus voltou ao governo federal para pedir mais proteção contra produtos estrangeiros.
O pleito, agora, é elevar de 25% para 35% o imposto de importação sobre pneus de passeio. Representantes do setor se reuniram nesta quarta-feira (20) com o ministro Márcio Elias Rosa, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, para defender medidas contra o avanço dos importados no mercado brasileiro.
A tentativa não é nova. Em 2024, o Gecex-Camex elevou de 16% para 25% a alíquota do imposto de importação para pneus de automóveis de passageiros, por 12 meses. No ano seguinte, a ANIP (

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