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Sabatina de Jorge Messias terá voto secreto? Quanto tempo vai durar? Leia perguntas e respostas

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O Senado avalia nesta quarta-feira (29) a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal).
Ele passa por sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) desde as 9h45 e, depois, seu nome será avaliado pelo plenário. Veja perguntas e respostas sobre o trâmite da indicação no Senado.
Quantos senadores integram a CCJ?
A comissão é composta por 27 senadores. Para ampliar as chances de aprovação de Messias, lÃderes do Senado promoveram trocas na composição da CCJ ao longo deste mês, com a entrada de cinco nomes mais alinhados ao governo.
O ex-ministro Renan Filho (MDB-AL) ocupou a vaga de Sergio Moro (PL-PR), que participa da comissão na condição de suplente, e Ana Paula Lobato (PSB-MA) substituiu Angelo Coronel (PS

Jorge Messias em sabatina do Senado. — Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
O atual advogado-geral da União e indicado de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Supremo Tribunal Federal, Jorge Messias, esteve acompanhado por diferentes ministros e ex-ministros do governo durante sua sabatina. Ele está sendo questionado pelos senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e sua nomeação ao assento vago no Supremo deve ser votada ainda nesta quarta-feira (29).
Messias chegou à mesa da Comissão ao lado José Múcio, ministro da Defesa, e Silvio Costa Filho, deputado federal (Republicanos-PE) e ex-ministro de Portos e Aeroportos.
Outros aliados do governo Lula vieram para a audiência, como Renan Filho (MDB-AL), senador e ex-ministro dos Transportes. O agora ex-ministro do Desenvolvimento e A

Messias diz que cumpriu “função constitucional” no 8 de Janeiro
Senador questionou o sabatinado sobre as penas ao envolvidos no 8 de Janeiro; sabatina se dá na CCJ do Senado
O advogado-geral da União, Jorge Messias, disse que todas as decisões que tomou depois dos atos de 8 de Janeiro foram em respeito ao cumprimento de “função estritamente constitucional” atribuída ao cargo. As declarações foram feitas em resposta a perguntas do senador Magno Malta (PL-ES) durante sabatina na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado.
O senador questionou as penas dos condenados pelos atos e citou a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, condenada por pichar com batom a estátua “A Justiça”, em frente à sede do STF, em Brasília. “É justa uma pena de 14 anos para uma mulher que escreveu uma fras

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