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Alcolumbre cravou derrota de Messias antes de votação no plenário do Senado

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Pouco antes da votação no Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), cravou a derrota da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal.
“Acho que vai perder por 8”, disse Alcolumbre ao líder do governo na Casa, o senador Jacques Wagner (PT-BA). A fala do presidente do Senado antecipou o resultado na sessão, que rejeitou a indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por 42 votos contrários e 34 favoráveis.
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A rejeição de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal ampliou a crise entre o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), segundo informações da Folha de S. Paulo.
Interlocutores do Planalto afirmam à colunista Mônica Bergamo que a relação entre os dois foi comprometida após a atuação do senador na articulação contra o indicado.
Nos bastidores, aliados do presidente relatam frustração com Alcolumbre e avaliam que ele atuou diretamente para barrar a aprovação. Antes mesmo do resultado, o senador teria sinalizado a interlocutores que contava com cerca de 50 votos contrários à indicação, o que aumentou a pressão entre governistas ao longo do dia.
A leitura no entorno de Lula, segundo o jornal, é que o movimento gerou constrangimen

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O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, criticou a rejeição do nome de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal pelo Senado. Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o advogado-geral da União foi barrado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, em sessão realizada nesta quarta-feira (29).
Em publicação nas redes sociais, Boulos atribuiu o resultado a uma articulação política da oposição. “A aliança entre bolsonarismo e chantagem política venceu na rejeição ao nome de Jorge Messias ao STF. O Senado sai menor desse episódio lamentável”, afirmou.
A manifestação ocorre após a derrota do governo no plenário, que interrompe uma sequência histórica de aprovações de indicados ao Supremo. A votação expôs dificuldades do Planalto em consoli

Após o Plenário do Senado rejeitar a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF), Messias recebeu cumprimentos de aliados na liderança do governo no Senado. Veja o vídeo acima.
Messias não acompanhou a votação no Plenário. O advogado-geral estava acompanhado de lideranças e ministros do governo.
Após a derrota, Messias foi abraçado pela esposa, pelo ministro da Defesa, José Múcio, e pelo ministro da articulação política, José Guimarães.
Essa é a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitam uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Messias foi rejeitado por 42 votos a 34 e uma abstenção. A votação foi secreta. O ministro de Lula precisava do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta.
Com a rejeição,

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, criticou a rejeição pelo Senado da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o atual advogado-geral da União foi rejeitado com 42 votos contrários e 34 favoráveis.
‘Surpresa’
Líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA) disse que recebeu o placar com “surpresa”. “Cada um vota como quer”, afirmou.
O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso, atribuiu a derrota à “pressão do processo eleitoral” e disse que Lula vai realizar nova indicação.
Questionado sobre um possível papel do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), no resultado, Randolfe descartou “em absoluto”.
“Era natural que a v

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