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VÍDEO: Tapa na mesa, microfone atirado e abraço em líder de Lula; veja reação de Alcolumbre após rejeição de Messias

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O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), bateu na mesa, atirou o microfone e abraçou o líder do governo, senador Jaques Wagner (PT-BA), após anunciar a rejeição do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Messias foi rejeitado por 42 votos a 34 e uma abstenção. A votação foi secreta. O ministro de Lula precisava do apoio de ao menos 41 dos 81 senadores, a maioria absoluta.
Após a votação, Jaques Wagner disse que não sabia a que se devia a derrota do governo e que não iria “ficar adjetivando” se senadores trairam ou não o governo.
“Para mim foi uma surpresa, [imaginava] 45, 44 [votos]. Mas cada um vota com a sua consciência”, disse Wagner ao deixar o plenário.
Alcolumbre abraça Jaques Wagner após anunciar reje

Foi surpreendente a declaração de um ministro que acompanhou junto com o presidente Lula (PT) a derrota histórica sofrida pelo governo nesta quarta-feira (29) no Senado.
Com 42 votos contrários e 34 a favor, o plenário do Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF). É a primeira vez que isso ocorre em mais de 130 anos.
Segundo esse auxiliar, o comentário de Lula foi: “eu tenho o direito de indicar e o Senado tem o direito de aprovar ou de rejeitar”.
Ao tentar normalizar uma derrota miúscula como essa, Lula talvez esteja tentando se afastar de uma interpretação segundo a qual esse revés representaria a derrocada de seu governo.

Messias é o 1º rejeitado ao STF em 132 anos
Últimos nomes barrados pelo Senado foram indicados por Floriano Peixoto, em 1894; 11ª vaga segue aberta após derrota do governo
Indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Jorge Messias foi o 1º nome a ser barrado pelo Senado Federal em 132 anos. O último presidente que não conseguiu emplacar seu candidato para o Supremo Tribunal Federal foi marechal Floriano Peixoto, em 1894.
A rejeição é uma das principais derrotas políticas do governo federal no Legislativo e mantém a 11ª vaga do STF indefinida.
O caso mais notório de 1 candidato barrado pelo Senado é o de Cândido Barata Ribeiro. O indicado foi rejeitado 10 meses e 4 dias depois que assumiu o cargo. À época, a sabatina poderia ocorrer após da posse. Ribeiro deixou a Corte sob just

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