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Derrota com rejeição de Messias no Senado atinge ministros e sinaliza força da pauta anti-STF

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A rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) pelo Senado tem impacto não só para o governo Lula (PT), mas também para a própria corte, segundo análise de especialistas ouvidos pela Folha.
Se para o Executivo o motivo de esse resultado histórico ser visto como uma derrota é mais claro, dado que é o presidente quem faz a indicação, no caso do Supremo, contribuem para essa leitura o contexto polÃtico de desgaste do tribunal e o apoio de parte de seus membros ao nome do chefe da AGU (Advocacia-Geral da União).
Nem mesmo o apoio dos indicados por Jair Bolsonaro (PL), André Mendonça e Kassio Nunes Marques, foi suficiente para evitar a rejeição pelos senadores âsituação que não ocorria desde 1894.
Um ponto mais incerto, para esses analistas,

Teixeira nega que rejeição de Messias indique “fim do governo”
Deputado federal disse que advogado-geral da União está “de alma tranquila” depois da sabatina e votação na 4ª feira (29.abr)
O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) negou que a rejeição de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal), na 4ª feira (29.abr.2026), pelo Senado, indique o “fim do governo”. Messias participou de uma sabatina e votação para o cargo após ser indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para preencher a vacância de Luís Roberto Barroso, aposentado desde outubro de 2025.
Teixeira lamentou a rejeição de Messias, que considerava ideal para o cargo de ministro do STF. No entanto, disse que o advogado-geral da União está “de alma tranquila” sobre a decisão do Senado e que mostrou “altíssima

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