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Para reforçar acusação de corrupção, campanha de Flávio vai chamar presidente de ‘pai do Lulinha’

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A equipe de campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) definiu como uma das estratégias a serem lançadas nos próximos dias chamar o presidente Lula de “pai do Lulinha”.
A ideia é usar temas sensÃveis que atingem diretamente o eleitor, como as fraudes do INSS e a pauta anti-corrupção
Fábio LuÃs Lula da Silva, conhecido como Lulinha, foi citado nas investigações que apuram o desvio de recursos de aposentadorias e pensões como um possÃvel elo com Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, apontado como principal operador do esquema.
A defesa do filho do presidente confirma a relação com Antunes, mas diz que ela se refere à prospecção de negócios comerciais legÃtimos.
As acusações contra Lulinha não se limitam ao INSS. O filho do presidente já foi citad

O veto histórico ao indicado do presidente Lula (PT), Jorge Messias, a uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal) abre um novo precedente no avanço do Legislativo sobre a força do Executivo âum processo que nos últimos anos teve o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), como personagem central.
O cargo de presidente da República vem perdendo poderes desde a redemocratização, incluindo a edição de medidas provisórias, o controle sobre o Orçamento e a distribuição de cargos.
A última vez que o Senado havia rejeitado um indicado para o Supremo foi em 1894, poucos anos após a proclamação da República. A sequência de aprovações por mais de um século criou uma tradição em que o chefe do governo dificilmente encontrava problemas para emplacar seus indicad

Aliado e amigo de longa data de Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e governador interino do estado, o também desembargador Henrique Figueira definiu como “limpeza” as medidas tomadas pelo substituto de Cláudio Castro e defendeu a atuação do Supremo Tribunal Federal no caso.
Recém-aposentado da magistratura após 37 anos de atuação no TJ-RJ e de volta à advocacia no escritório de sua famÃlia, Figueira consolidou-se nos últimos anos como um dos nomes mais influentes do Judiciário fluminense, tendo sido presidente do TJ-RJ no biênio 2021-2022 e do TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral) de dezembro 2023 a março de 2025.
“Ele está fazendo uma limpeza espetacular. Está arrumando as secretarias, tirando todo o viés polÃtico que poderia ter, po

A indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal foi o ponto alto da onipotência petista durante o Lula 3.0. Sua rejeição marcou o momento em que o salto alto do comissariado quebrou-se. No dia seguinte, com a derrubada do veto da dosimetria, quebrou-se o salto do Supremo Tribunal.
Quebrar o salto é uma coisa, andar sem ele é quase impossÃvel. A melhor solução é descalçar o outro pé.
Se Lula tivesse indicado Rodrigo Pacheco nada disso teria acontecido. Ele teria sido aprovado, Lula e Davi Alcolumbre estariam felizes e ninguém estaria triste. Tudo bem, mas se Matisse tivesse embarcado para o Brasil em 1940, os museus teriam as Mulatas do Matisse.
Messias foi produto do consenso do Palácio, coisa perigosa, porque quase sempre esse apreço nada tem a ver com a vida l

Pelo andar da carruagem, se Lula quiser paz, indicará uma mulher para a cadeira vazia do STF. A escolha blindaria a candidata. Acima de qualquer preconceito de gênero.
O Supremo Tribunal teve três mulheres: Ellen Gracie, Rosa Weber e Cármen Lúcia.
Ganha um fim de semana no resort Tayayá quem lembrar de uma só encrenca ou farofa em que qualquer uma delas tenha se metido.
Ventania
A rejeição de Jorge Messias prenuncia uma tempestade para 2027, quando entra na cena um Senado renovado em dois terços.
Com ministros do Supremo Tribunal Federal dobrando suas apostas contra crÃticas documentadas, a água vai para o impedimento de pelo menos um de seus ministros, talvez dois.
Duas cadeiras no STF são o sonho do consumo de qualquer presidente em inÃcio de mandato.
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