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Líder do governo na Câmara defende CPI do Master após operação da PF contra Ciro Nogueira

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O lÃder do governo na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), defendeu nesta quinta-feira (7) a instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar as fraudes do Banco Master, após o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), ser alvo de operação da PolÃcia Federal.
Em publicação no X (ex-Twitter), o petista afirmou que a nova fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta manhã, mostra “a intimidade do coração” do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no qual Ciro foi chefe da Casa Civil, com o esquema das fraudes da instituição de Daniel Vorcaro.
Segundo Pimenta, o Congresso Nacional deve dar uma resposta ao caso e “não pode haver qualquer suspeita de acordão para abafar as investigações” do caso.
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Do ponto de vista criminal, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) é apenas um investigado na Operação Compliance Zero. Portanto, é inocente aos olhos da lei e tem direito à presunção de inocência. Pode até chegar ao fim do processo e ser absolvido como tantos outros políticos jogados precocemente na fogueira do pré-julgamento.
Mas, do ponto de vista político, cuja lógica não se submete ao ritmo judicial, Ciro Nogueira (PP-PI) não reúne condições morais de seguir como senador da República.
As acusações de corrupção — cujos indícios são muito fortes — ainda carecem de mais investigação e provas.
Mas há um ato de ofício que já está provado. Ciro apresentou a emenda nº 11 à PEC nº 65/2023 ampliando a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão por depositante. “A me

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