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J.P. Morgan oferece US$ 1 milhão para evitar ação por assédio sexual

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Contexto

A J.P. Morgan Chase, uma das maiores instituições financeiras do mundo, enfrenta mais uma polêmica envolvendo acusações de assédio sexual e discriminação racial. O caso em questão se refere a um ex-funcionário de alto escalão que acusou uma diretora-executiva da empresa de ter feito diversas investidas sexuais e comentários de motivação racial.

O J.P. Morgan ofereceu US$ 1 milhão para que o funcionário, identificado como Chirayu Rana, retirasse a ação judicial contra a instituição. No entanto, os advogados envolvidos não conseguiram chegar a um acordo.

A ação foi protocolada no Tribunal Supremo do Estado de Nova York e revela uma série de relatos alarmantes sobre o ambiente de trabalho na J.P. Morgan, incluindo ameaças de demissão e insultos racistas por parte da diretora Lorna Hajdini.

Repercussão

O caso ganhou destaque em meios internacionais após ser revelado pelo jornal The New York Times. A publicação citou portas-vozes do banco e do advogado de Rana, que preferiram manter o anonimato.

A ação descreveu as ameaças como ‘equivalentes a crimes de ódio’ e destacou que executivos do J.P. Morgan tentaram sabotar os esforços para resolver o caso. A empresa nega essas acusações e afirma estar comprometida em garantir um ambiente de trabalho seguro.

O que vem agora

Agora, a situação está sob a mira dos procuradores do Estado de Nova York. A comissão de direitos civis local já abriu uma investigação sobre os relatos de assédio e discriminação racial. O caso também pode ser levado à justiça se as partes não chegarem a um acordo.

Além disso, Rana anunciou que vai recorrer ao Conselho Nacional de Direito do Trabalho (NLRB) para obter proteção contra possível vingança profissional. O NLRB é conhecido por investigar e punir práticas anti-unionistas e abusos no local de trabalho.

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