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Tarcísio e Haddad silenciam sobre greve na USP e ação da PM; Kim Kataguiri fala em ‘descer a borracha’

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O governador TarcÃsio de Freitas (Republicanos) e o ex-ministro Fernando Haddad (PT), pré-candidatos mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto para o Governo de São Paulo, silenciaram até agora sobre a greve de estudantes na USP (Universidade de São Paulo) e as acusações de truculência da PolÃcia Militar durante operação na universidade no fim de semana.
A Folha procurou os dois na manhã desta segunda (11) e novamente à tarde, mas não recebeu resposta sobre os questionamentos a respeito do tema. Nenhum deles tratou do assunto em publicações permanentes de suas redes sociais.
O deputado federal Kim Kataguiri (Missão), por sua vez, falou em “descer a borracha” nos participantes, enquanto o prefeito de Santo André (SP), Paulo Serra (PSDB), respondeu que as reivi

A universidade pública brasileira chegou a uma encruzilhada. Ou reafirma com clareza os princÃpios que justificam seu prestÃgio, sua autonomia e o investimento público que recebe ou continuará perdendo legitimidade diante de uma sociedade que já começa a vê-la como uma frente da guerra cultural.
A universidade existe não para disputar poder, ensinar doutrinas ou mobilizar identidades, causas e paixões, mas para submeter ideias e evidências ao teste público da razão, do método e da crÃtica. Defendê-la é recusar a condescendência diante de práticas que a impedem de ser, como queria Darcy Ribeiro, autônoma em todos os sentidos: livre de tutela polÃtica, imune à instrumentalização ideológica, resguardada do clientelismo e da mediocridade.
Foi para defender essa missão que

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