Premiê francês sobrevive a votos de censura no Parlamento, e governo Macron ganha fôlego

O primeiro-ministro francês, Sébastien Lecornu, superou nesta quinta-feira (16) duas moções de censura no Parlamento, poucos dias após propor a suspensão de uma reforma crucial do presidente Emmanuel Macron para não agravar ainda mais a crise política.
Lecornu, o terceiro chefe de Governo francês em menos de um ano, defendeu na terça-feira a suspensão da impopular reforma da Previdência de 2023 para que a oposição socialista, que exigia a medida, não apoiasse a moção de censura.
O premiê superou as votações, mas ficou muito perto da queda. A moção de censura apresentada pelo partido A França Insubmissa (LFI, esquerda radical) ficou a apenas 18 votos da aprovação. Sete socialistas romperam o acordo do partido e votaram pela queda do governo.
A segunda moção, apresentada pela líder de extrem
Reconduzido ao cargo na semana passada depois de renunciar, o primeiro-ministro da França, Sébastien Lecornu, sobreviveu a duas moções de censura nesta quinta-feira (16), na Assembleia Nacional.
Votaram a favor da primeira censura, proposta pela esquerda, 271 deputados. Para a aprovação da censura, eram necessários pelo menos 289 votos, maioria absoluta dos 577 deputados com mandato em vigor.
Uma segunda moção, apresentada pela direita, foi apreciada poucos minutos depois, já prejudicada pela derrota da primeira. Recebeu apenas 144 votos.
Moções de censura contra Lecornu haviam sido propostas na segunda-feira (13) pelos dois extremos do plenário da Assembleia Nacional: à esquerda, A França Insubmissa (LFI); à direita, Reunião Nacional (RN). Ambos pedem a dissolução do parl
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