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Febre dos bunkers: abrigos antibomba viram negócio em alta na Alemanha

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A guerra voltou a ocupar espaço no imaginário dos alemães — e também movimenta um mercado que parecia pertencer ao passado. Em meio às tensões geopolíticas provocadas pela invasão da Ucrânia pela Rússia, cresce na Alemanha a procura por bunkers particulares e sistemas de proteção subterrânea.
O movimento reflete uma mudança de percepção em um país marcado pelas memórias da Segunda Guerra Mundial e da Guerra Fria. Enquanto o governo discute a reativação de antigos abrigos públicos, empresas especializadas registram aumento expressivo nas vendas de bunkers para uso privado.
Segundo o diretor de uma das maiores fabricantes do setor, antes da guerra na Ucrânia a empresa vendia entre 50 e 70 bunkers por ano. Hoje, a média chega a 200 unidades anuais. O catálogo inclui desde abrigos familiares a

Jeffrey Epstein — Foto: Reuters
A brasileira Marina Lacerda, uma das mulheres que acusam Jeffrey Epstein de abuso sexual, passou a dormir com uma arma ao lado da cama após sofrer ameaças e perseguições desde que decidiu tornar público seu relato.
Segundo reportagem da Reuters publicada nesta segunda-feira (8), Lacerda afirma viver em estado constante de alerta e teme que alguém invada sua casa. Hoje, ela mora com a filha de 12 anos em um condomínio fechado nos Estados Unidos.
“Tenho medo de que alguém entre na minha casa. Estou paranoica o tempo todo”, disse à agência.
As ameaças começaram pouco depois de ela aparecer, em setembro do ano passado, em uma coletiva de imprensa que pedia a divulgação de documentos ligados ao caso Epstein. Em comentários publicados na internet, desconhecidos es

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