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Comissão da Câmara retira mecanismos de rastreabilidade do programa Celular Seguro

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A Comissão de Ciência e Tecnologia aprovou o projeto que formaliza o Programa Celular Seguro, mas retirou os mecanismos de rastreabilidade o que acendeu um alerta entre especialistas em segurança.
O relatório do deputado Júlio César (Republicanos-DF) suprimiu os trechos que previam a identificação da origem e histórico de propriedade dos celulares.
Para especialistas, a mudança esvazia o principal objetivo do programa do governo, que é combater o roubo, o furto e a revenda ilegal de aparelhos no Brasil.
O relator entendeu que o histórico completo de titularidade dos aparelhos extrapola o princÃpio da necessidade previsto na LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
“Nosso substitutivo mantém a lógica adotada pelo programa, prevendo o bloqueio do IMEI, da linha telefônica e de

Do outro lado da linha, a professora de história da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) avisa ter tomado um ansiolÃtico antes de dar o relato a seguir. Ela prefere não se identificar, temendo represálias. Aconteceu em novembro passado. O departamento estava em reforma curricular, e os alunos queriam incorporar os estudos de gênero e de raça à s matérias. O objetivo, eles diziam, era conectar a grade do curso à realidade dos estudantes.
A professora se posicionou contra a proposta, afirmando que a sua disciplina não trata de assuntos do presente. Numa reunião, disse que as questões pessoais de cada um deveriam ser abordadas na psicanálise. O alunato, ela lembra, escreveu uma nota de repúdio, acusando-a de ter uma “postura elitista e descolada das demandas concretas de

A relação entre o governo Lula (PT) e o Congresso Nacional é vista por 70% da população como de mais confronto do que colaboração, segundo nova pesquisa Datafolha.
Outros 20% veem mais cooperação do que embate, enquanto 2% afirmam não ver nem um, nem outro, e 8%, que não sabem.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento ouviu 2.004 pessoas em 139 municÃpios de todo o paÃs, na terça-feira (12) e quarta-feira (13), e foi registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00290/2026.
A maioria das entrevistas foi feita antes da revelação de conversas em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pede dinheiro a Daniel Vorcaro, então dono do Banco Master.
A opinião do eleitorado parece refletir a série de embates entre Exe

O antagonismo entre lulistas e bolsonaristas marcou as últimas eleições presidenciais, já pauta a próxima e é a primeira coisa que vem à cabeça diante do tÃtulo do novo livro do cientista polÃtico Jairo Nicolau, “O PaÃs Dividido”, pela editora Zahar. O autor calcula, entretanto, que a tão falada “polarização” atinge uma parcela pouco expressiva do eleitorado, no máximo 20%.
“O Brasil está polarizado? Está, mas uma parte pequena dele. Tem uma grande base da pirâmide que não está nem aà para a polÃtica. E que vai decidir o voto, pode cair para um lado ou para o outro”, disse Nicolau em entrevista.
Professor titular do CPDOC (Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil) da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e um dos principais estudiosos de partidos

Custo de R$ 134 mi para filme de Bolsonaro “é até barato”, diz Eduardo
Orçamento de “Dark Horse”, alvo de apuração depois de vazamento de áudios, supera custo de vencedores do Oscar
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) declarou neste domingo que o orçamento previsto de R$ 134 milhões para a produção de Dark Horse, filme que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não é um valor exorbitante. Segundo ele, a quantia é “até barata” quando comparada aos padrões da indústria cinematográfica de Hollywood.
A declaração foi feita em entrevista ao programa Paulo Figueiredo Show. A produção do filme entrou no centro do noticiário na última semana pela divulgação de um áudio –em reportagem do Intercept Brasil– no qual o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), irmão de Eduardo,

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