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A mais política das Copas do Mundo – O Assunto #1737

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O Mundial de futebol que começa nesta quinta-feira (11) tem dois ineditismos: será disputada por 48 seleções (eram 32 até a última edição, em 2022) e terá três países-sede (EUA, Canadá e México). Durante pouco mais de um mês, milhões de pessoas irão aos estádios para participar da maior festa esportiva do mundo.
O problema é que muita gente está enfrentando barreiras de duas ordens: financeiras – os ingressos são também os mais caros de todos os tempos – e políticas – sob a administração Donald Trump, os EUA estão dificultando a entrada de torcedores e até de atletas e delegações que disputarão a Copa do Mundo.
Dentro de campo, o Mundial deve marcar o fim da Era Messi e Cristiano Ronaldo, e a Seleção Brasileira busca vencer as desconfianças para levar o hexa – o Brasil foi penta em 2002 e

Moraes autoriza visita de familiares de Bolsonaro antes de jogo de estreia do Brasil na Copa

Irã volta a fechar estreito de Ormuz após ataques dos EUA
Hostilidades foram retomadas na 4ª feira (10.jun) depois que os países trocaram acusações de desrespeito ao cessar-fogo
A alta cúpula do governo iraniano anunciou nesta 4ª feira (10.jun.2026) que fechou novamente o estreito de Ormuz. A ação é uma reação à ofensiva dos Estados Unidos realizada no mesmo dia contra instalações iranianas ao longo da costa do estreito.
Logo depois do anúncio, o Irã atacou 2 navios petroleiros que tentaram cruzar a rota comercial. Ainda não há informações da nacionalidade das embarcações.
O governo iraniano identificou ataques norte-americanos vindos de bases militares no Kuwait e no Bahrein. Como resposta, o Irã realizou ataques de drones em 3 instalações dos EUA –uma no Bahrein e duas no Kuwait.
Os ataq

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