Funcionários da Meta questionam política de monitoramento para treinar IA

A Meta enfrenta uma crise interna após anunciar que passará a monitorar cada clique e movimento do mouse de seus 78 mil funcionários para treinar inteligência artificial. A medida, que não permite que o trabalhador escolha ficar de fora (opt-out), gerou uma revolta imediata nas redes corporativas da empresa, com empregados classificando a ação como “desmoralizante” e “insensível”.
O programa de rastreamento ocorre em um momento de fragilidade na companhia. Enquanto Mark Zuckerberg direciona bilhões de dólares para transformar a Meta em uma organização de IA, a empresa confirmou a demissão de 10% do seu quadro de funcionários (cerca de 8 mil pessoas) para compensar esses gastos. O desligamento está marcado para o dia 20 de maio, criando um cenário de ansiedade e suspeita entre as equipes.
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