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Extrema (MG) pode perder protagonismo logístico com fim dos incentivo, avalia Siila

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O município mineiro de Extrema, que se consolidou como um dos principais polos logísticos do país nos últimos anos, pode enfrentar um período de desaceleração estrutural nos próximos anos. A avaliação é de Giancarlo Nicastro, CEO da Siila, em entrevista ao programa Liga de FIIs, do InfoMoney.
“Extrema foi um projeto de 15 anos, planejado e bem estruturado, mas baseado em uma lógica de benefício fiscal, não de eficiência logística. O Brasil está migrando de uma logística tributária para uma logística de distribuição”, afirma Nicastro.
Ele aponta que, além da questão tributária, Extrema enfrenta problemas de mão de obra e infraestrutura viária. A cidade, que possui menos de 100 mil habitantes, concentra mais de 1 milhão de metros quadrados de condomínios logísticos e industriais,

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