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O governo francês enfrenta, nesta quarta-feira (14), duas moções de censura apresentadas pela esquerda radical e pela extrema direita, devido ao acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, apesar da oposição da França à sua assinatura.
No sábado (17), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, deve assinar com Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai o tratado que criará a maior zona de livreâcomércio do mundo, com 700 milhões de consumidores.
Mas os agricultores franceses, apoiados por toda a classe polÃtica de seu paÃs, opõem-se veementemente, por temerem o impacto da importações de carne, arroz, mel e soja sulâamericanos, em troca da exportação de automóveis e máquinas europeias.
A moção de censura serve para “apoiar os agricultores e denunciar

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