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Os dois delegados da PolÃcia Civil do Pará suspeitos de cobranças de propina âos alvos das cobranças seriam pessoas investigadas pelos próprios policiaisâ também atuaram para um grupo acusado de fraudar empréstimos de instituições financeiras e de obter R$ 25,8 milhões de vantagens indevidas, aponta investigação do Ministério Público estadual.
A um dos delegados, Arthur Afonso Nobre de Araújo, houve oferta de R$ 485 mil em propina âR$ 150 mil teriam sido efetivamente repassadosâ para que usasse o cargo em benefÃcio do grupo voltado a fraudes em empréstimos, conforme os promotores.
Arthur já foi denunciado à Justiça pelos crimes de associação criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro no suposto esquema, como afirma o relatório de 552 páginas do Gaeco (Grupo d

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