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Petrobras deve se destacar no 2º tri e pagar US$ 3,4 bi em dividendos, diz Goldman

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O Goldman Sachs avalia que a Petrobras (PETR3; PETR4) deve se destacar entre as petroleiras estatais da América Latina no segundo trimestre de 2026, apoiada por crescimento da produção, preços mais altos do petróleo e forte geração de caixa — ainda que o cenário traga desafios relevantes ligados à política de preços e subsídios no Brasil.
Em relatório, os analistas Bruno Amorim, Guilherme Costa Martins e Huama Belmonte projetam que a estatal brasileira reportará um EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) ajustado de cerca de US$ 17 bilhões no período, 5% acima do consenso de mercado, impulsionado principalmente por alta de 6% na produção em relação ao primeiro trimestre e pela valorização do Brent.
A expectativa do Goldman Sachs é de que a Petrobras

O governo renovou a cota para importação de carros elétricos sem imposto, em uma decisão que tenta equilibrar pressão da indústria e a promessa de preços mais baixos para o consumidor.
Segundo o G1, a medida vale para US$ 463 milhões (cerca de R$ 2,3 bilhões) em importações por seis meses, a partir de julho de 2026.
Uma decisão que mexe com o setor inteiro
A decisão foi tomada pelo Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) e libera a entrada de veículos elétricos semimontados (SKD) e desmontados (CKD) sem cobrança de imposto de importação, dentro do limite definido.
Na prática, o governo tenta acelerar a chegada dos elétricos ao mercado brasileiro e evitar que os preços subam num momento em que a tecnologia ainda está ganhando espaço no país.
Precisamos garantir os

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