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Obscuro objeto do saber

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Quando o presidente da República vem a público dizer que não pretende indicar “um amigo” para o Supremo Tribunal Federal, que optará por profissional do direito “gabaritado” a guardar a Constituição, involuntariamente expõe a distorção presente nessas escolhas. Há vários governos.
Não é, ou não deveria ser, uma opção o mandatário escolher pelo preparo substantivo para a função. à a Lei Maior que estabelece o critério de notório saber. Quanto ao requisito da amizade é o que, junto com confiança do Palácio, trânsito na polÃtica e agrado dos pares do STF, vem sendo posto à mesa das especulações sobre os atributos dos mais cotados.
São três, como nos informa diariamente o noticiário: Jorge Messias, advogado-geral da União; Rodrigo Pacheco, senador pelo PSD de Min

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