Minidólar (WDON26): confira suportes, resistências e os gatilhos do dia

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Os contratos de minidólar (WDON26), com vencimento em julho, encerraram a última sessão (25/06) em queda de 0,19%, aos 5.144 pontos, devolvendo parte dos ganhos recentes. Para o trader de dólar, a sessão foi marcada pelo enfraquecimento da moeda americana no exterior, após dados de inflação dos EUA reduzirem as apostas de novos aumentos de juros pelo Federal Reserve. O movimento favoreceu moedas emergentes e pressionou o dólar global.
No Brasil, o mercado repercutiu o IPCA-15, abaixo das expectativas, além do Relatório de Política Monetária e das sinalizações do Banco Central. Para os traders, o foco segue na trajetória dos juros no Brasil e nos EUA, principal fator de volatilidade para o câmbio no curto prazo.
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Os contratos do mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (25/06) com alta de 0,29%, aos 174.650 pontos, dando continuidade ao movimento de recuperação observado nos últimos pregões. Para o trader de mini-índice, a sessão foi marcada pela recuperação do Ibovespa, mesmo com o desempenho misto das bolsas em Nova York. O avanço de Vale (VALE3) e Petrobras (PETR3; PETR4) sustentou o índice, enquanto investidores repercutiram os dados econômicos e as novas sinalizações do Banco Central.
No Brasil, o IPCA-15 veio abaixo das expectativas, reforçando o foco na trajetória da inflação e dos juros. Para os traders, a atenção agora se volta aos próximos indicadores econômicos no Brasil e nos EUA, que podem influenciar a direção e a volatilidade do mercado.
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O Ibovespa voltou a avançar e encerrou a última sessão com alta de 0,87%, aos 171.990 pontos, oscilando entre a mínima de 170.507 pontos e a máxima de 173.277 pontos. Apesar da recuperação recente, sigo avaliando que o índice ainda está inserido no movimento corretivo iniciado após a máxima histórica de 199.354 pontos, o que exige atenção aos próximos pregões.
Pelo gráfico diário, observo um sinal positivo: o índice voltou a negociar acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando melhora no curto prazo. Ainda assim, considero fundamental acompanhar se haverá força compradora suficiente para transformar esse repique em uma recuperação mais consistente. O IFR (14) está em 47,15, em região neutra, mostrando espaço tanto para continuidade da alta quanto para retomada da pres
Fontes
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