Investigação apura se houve uso indireto de dinheiro público da prefeitura de SP em filme de Bolsonaro

As três empresas controladas por Karina da Gama, sócia da produtora que fez o filme “Dark Horse”, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro são alvo de buscas da Polícia Civil de São Paulo na operação Wi-Fi. São elas:
– Go Up;
– ICB;
– Go 7 assessoria.
Apesar de o foco da operação desta segunda-feira (1º) não ser o filme e sim um contrato com suspeitas de fraude para a instalação de Wi-Fi — celebrado entre a Prefeitura de SP e o ICB, ONG de Karina da Gama — a produtora do filme também foi alvo de buscas.
Isso porque a Justiça aceitou o argumento da Polícia Civil de que todas as empresas controladas por Karina precisavam ser investigadas em seus fluxos de caixa e também pela suspeita de confusão patrimonial (leia mais abaixo).
“Durante o período de vigência do contrato administra
ONG ligada ao “Dark Horse” pagou advogado de Frias com verba de emenda
Instituto recebeu R$ 1 milhão indicado por Mário Frias; recursos bancaram serviços jurídicos e compra de livros que não chegaram
O ICB (Instituto Conhecer Brasil), presidido por Karina Ferreira da Gama, usou recursos de uma emenda parlamentar de R$ 1 milhão destinada pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP) para contratar o advogado pessoal do congressista e comprar material didático que, segundo responsáveis locais, não foi entregue ao projeto Jovem Empreendedor em Pirassununga (SP), informou o jornal O Estado de S. Paulo nesta 2ª feira (1º.jun.2026).
A emenda foi indicada por Frias em 2024 para financiar o projeto, voltado ao letramento digital e ao empreendedorismo em escolas públicas. O convênio entre o instituto e
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
